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Brasil está entre as economias que mais cresceram no 1º trimestre de 2026

Com alta de 1,1%, país supera média da OCDE e fica entre os destaques globais do período

Por: Redação
29/05/2026 às 15h25
Brasil está entre as economias que mais cresceram no 1º trimestre de 2026
O presidente Lula e o presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung, em Seul, em fevereiro. Os dois países estão entre os que mais cresceram no primeiro trimestre de 2026 – Ricardo Stuckert – 23.fev.26/Presidência

BRASIL — O Brasil registrou crescimento de 1,1% no Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre de 2026, em comparação com o quarto trimestre de 2025, segundo dados divulgados por organismos internacionais e pelo IBGE.

O desempenho coloca o país entre as economias com maior expansão no período dentro do grupo da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), que reúne as principais economias do mundo.

A média de crescimento entre os países da OCDE foi de 0,4% no mesmo período, o que reforça o destaque do resultado brasileiro em relação ao cenário internacional.

De acordo com o levantamento, 20 países apresentaram crescimento no trimestre, enquanto outros registraram estabilidade ou retração. Entre as economias que mais cresceram estão Coreia do Sul (1,7%) e China (1,6%), seguidas pelo Brasil, com 1,1%.

Outros países também apresentaram desempenho positivo, como Finlândia, Hungria e Suíça, enquanto na ponta oposta ficaram Irlanda, Israel e México, com as maiores quedas.

No G7, houve aceleração do crescimento no Reino Unido e nos Estados Unidos, que passaram a registrar altas de 0,6% e 0,5%, respectivamente. A Alemanha teve leve avanço, enquanto a França manteve estabilidade.

A OCDE destacou ainda que fatores como exportações, investimentos e recuperação de gastos públicos influenciaram os resultados de algumas economias, especialmente os Estados Unidos.

No caso do Brasil, o crescimento de 1,1% também reflete a retomada de setores internos e o fortalecimento do consumo das famílias, segundo dados do IBGE divulgados anteriormente.

O cenário global segue monitorado por analistas, que apontam possíveis impactos de tensões geopolíticas recentes sobre o desempenho econômico nos próximos trimestres.

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